O nome Tijuca, de origem indígena, “TY YUC”, significando “água podre, charco ou brejo”, referia-se às lagoas da atual Barra, depois passou para as montanhas, floresta e vertente oposta, correspondendo à antiga região do Andaraí Pequeno que, entre os séculos XIX e XX, transformou-se no atual bairro da Tijuca e, na década de 1970, parte do Andaraí Grande foi incorporada a ele.

A Escrita Escola Municipal Orsina da Fonseca
A Leitura Escola Municipal Orsina da Fonseca
Vasos ornamentais Escola Municipal Orsina da Fonseca
Almirante Crockane Largo Almirante Crockane
Fidelidade Praça Afonso Pena
Francisco Paula Mayrink Praça Afonso Pena
Paula Freitas Praça Afonso Pena
Tim Maia Praça Afonso Pena
Chafariz da Praça Xavier de Brito Praça Comandante Xavier de Brito
Comandante Xavier de Brito Praça Comandante Xavier de Brito

No início do século XVIII, a população do pequeno núcleo urbano que constituía a Cidade já fazia passeios até a serra da Tijuca. Começou a florescer um lugarejo cercado de chácaras, vivendas e até mansões de ricos e nobres. No início do século XIX, a Tijuca ainda era um misto de zona rural, ocupada por uma população de hábitos urbanos que aos poucos ia transformando suas casas de campo em residências permanentes.

No ano de 1812, embora continuasse como freguesia rural, ocorreu uma intensa ocupação da área e, a partir de 1818, o governo começou a tomar medidas para coibir o desmatamento. Desde 1838, a Tijuca já era servida por transporte de tração animal.

Reservatório Saboia Lima Praça Hans Klussmann
Esculturas Naif Praça Hans Klussmann
Lamartine Babo Praça Lamartine Babo
Rubens Paiva Praça Lamartine Babo
Barão D’Escragnolle Dória Praça Professor Pinheiro Guimarães
Barllet James Praça Saens Pena
Chafariz Praça Sans Pena Praça Saens Pena
Thomas Delfino dos Santos Praça Saens Pena
Oswaldo Diniz Magalhães Praça Saens Pena
São Charbel
Praça São Charbel

O primeiro núcleo de loteamento-arruamento foi o bairro da Fábrica das Chitas, no entorno do Largo da Fábrica (atual Praça Sãenz Pena). A Tijuca viria também a incorporar a antiga freguesia do Engenho Velho.

No início do século XX, seus morros começam a ser ocupados, surgindo a primeira favela do bairro, a do morro do Salgueiro. As favelas do Borel e da Formiga surgem logo depois. A partir dos anos 30 e 40 a Tijuca começa a ser ocupada por uma classe média com valores tradicionais e conservadores, destacando-se dos demais bairros da Zona Norte por seu passado aristocrático, cujo extremo de identidade coletiva leva a população a criar o uso da expressão “tijucanos”, que não encontra equivalente em nenhum outro bairro da cidade.

São Maron Praça São Maron
Chafariz Praça Vanhargem Praça Vanhargem
Aurora Rua Conde de Bonfim
Crepúsculo Rua Conde de Bonfim
Irmão Gonçalves Xavier Rua Dr. Sartamini
Nossa Senhora das Graças Rua Dr. Sartamini
Oratório de N.S. da Medalha Milagrosa Rua Dr. Sartamini
Irmão Matias Rua Heitor Beltrão, 49
Padre Elias Goraybe Rua Padre Elias Goraybe, 54
Cleyde Prado Maia Rua São Francisco Xavier, 6

Em 1976, são iniciadas as obras do Metrô, durando seis longos anos, mas hoje já é um sistema de transportes incorporado à vida do tijucano. A Tijuca se destaca historicamente por três aspectos: pelo seu pioneirismo na indústria, na educação e por abrigar marcos culturais da Cidade.