Ao contrário da versão de que Realengo seria uma abreviatura de “Real Engenho”, o nome teria como origem o termo “Campos Realengos”, usado para nomear os campos de serventia pública que eram utilizados, principalmente, para a pastagem do gado por parte dos que não possuíam terra própria.

Marco 7 Avenida Santa Cruz, 8670
Coreto Campo de Marte
Canhão Campo de Marte
Marco da Escola Militar Campo de Marte

No reinado de Dom Pedro II, Realengo se converteria em Zona Militar, com a instalação da escola de tiro e da Imperial Academia Militar. Após a proclamação da República, uma série de instalações militares veio a se implantar no bairro, como o 1º Batalhão de Engenheiros (1897), a fábrica de cartuchos e artifícios de guerra (1898) e a Escola de Guerra (1911) que, mais tarde, transferiu-se para o Município de Resende.

Marco Rodoviário Campo de Marte
Às Doze Crianças Praça Anjos da Paz
Marco do IV Centenário Praça IV Centenário

A ferrovia chegou em 1878, com a inauguração da estação de Realengo. Terras desmembradas da antiga Fazenda Piraquara dariam lugar a arruamentos e respectivos loteamentos como o Bairro Barata, Bairro Piraquara, Vila Itambi, Jardim Novo Realengo, entre muitos outros. Do lado norte da linha férrea, surgiram os loteamentos Jardim Água Branca e Batan.

Nas décadas de 1970 e 1980, foram construídos conjuntos habitacionais como os conjuntos Dom Pedro I, Capitão Teixeira e Água Branca, e surgiram comunidades de baixa renda como a Vila São Miguel, Batan, Cosme Damião, entre outras.

Destacam-se, no bairro, a Universidade Castelo Branco (1995), a Lona Cultural Gilberto Gil (1998) e a importante Floresta do Piraquara, última grande área verde nas encostas setentrionais do Maciço da Pedra Branca.