O nome Ilha do Governador surgiu somente a partir de 5 de setembro de 1567, quando o governador-geral do então Estado do Brasil (e interino da Capitania do Rio de Janeiro) Mem de Sá doou ao seu sobrinho, Salvador Correia de Sá (o Velho - Governador e Capitão-general da Capitania Real do Rio de Janeiro de 1568 a 1572), mais da metade do seu território. Correia de Sá, futuro governador da capitania, transformou-a em uma fazenda onde se plantava cana-de-açúcar, com um engenho para produção de açúcar, exportado para a Europa nos séculos XVI, XVII e XVIII.

Bica da Ânfora da Praia da Bica Avenida Alm. Alves Câmara Júnior
Chafariz Mulher com Cantil Avenida Alm. Alves Câmara Júnior
Carlos Chagas Cidade Universitária
Alexander Fleming Cidade Universitária
Francisco Teixeira de Castro Cidade Universitária
Marco da Cacuia Estrada da Cacuia
Marco do Cocotá Estrada da Cacuia, 708
Chafariz Rio Cidade Estrada do Galeão
Relógio Estrada do Galeão
Renato Russo Estrada do Galeão

Em 1663, foi lançado ao mar o Galeão Padre Eterno, na época o maior navio do mundo. O galeão foi construído num local da ilha que passou a ser conhecido como Ponta do Galeão, originando o atual bairro do Galeão.

No século XIX, o Príncipe-Regente D. João utilizou o seu espaço como coutada para a caça. Segundo a tradição, conta-se que a Praia da Bica recebeu este nome por causa de uma fonte que costumava servir de banho ao jovem príncipe D. Pedro, mais tarde D. Pedro I (1822-1831). O desenvolvimento da Ilha do Governador, entretanto, só ocorreu a partir da ligação regular da ilha com o continente, efetuada por barcas a vapor com atracadouro na Freguesia desde 1838. Mais tarde, outros atracadouros foram construídos no Galeão e na Ribeira, integrando a área à economia do café e à atividade industrial (produção de cerâmica).

Marco Maçônico Estrado do Galeão
Torreão da Pedra Estrado do Galeão
Exu dos Ventos Linha Amarela
Lima Barreto Praça Caucutá
Comandante Nelson Megé Praça Comandante Nelson Mege
Réplica do Jato AMX-A1 Praça da Aviação
Luiz da Paixão Praça Danaídes
Chafariz da Praça Iaia Garcia Praça Iaia Garcia
Mãe d’Água Praça Jerusálem
Sereia Praça Jerusálem

No início do século XX, os bondes chegaram à ilha, efetuando a ligação interna de Cocotá à Ribeira (1922), percurso estendido posteriormente até ao Bananal e a outros pontos. Também é neste século que se instalaram as unidades militares: a Base Aérea do Galeão, os quartéis dos Fuzileiros Navais e a Estação de Rádio da Marinha, época em que o bairro se constituía num balneário para a classe média da cidade do Rio de Janeiro.

Coreto Praça Manguetá
Manuel Bandeira Praça Manuel Bandeira
Castro Alves Praça Manuel Madruga
Papail Noel Praça Papai Noel
Iemanjá Praia da Freguesia
Pedra da Onça Praia da Guanabara
Canhão da Ponta do Tiro Praia das Pitangueiras
Leão Praia do Zumbi
Bica da Ânfora Rua Alm. Alves Câmara Júnior
Bica Rua Alves Câmara Júnior, 602
Carmen Miranda Rua Carmen Miranda

Em 23 de julho de 1981, através do Decreto Número 3 157, do então prefeito Júlio Coutinho, no tempo do Governador Chagas Freitas, o bairro da Ilha do Governador foi oficialmente extinto e transformado nos seus atuais quatorze bairros oficiais.