Em 1503/1504, expedição comandada por Gonçalo Coelho chegou à região de Uruçumirim (pequena abelha), que corresponde aos atuais bairros do Flamengo e Glória, na época habitada pelos índios Tamoios. Na foz do atual rio Carioca, estabeleceu uma feitoria, marco inicial da ocupação da cidade, que ficou conhecida como Aguada dos Marinheiros, por ser o local onde os tripulantes dos navios que passavam se reabasteciam de água potável.

Mastro da Batalha Aterro do Flamengo
Estácio de Sá Avenida Infante Dom Henrique
Índio Cualhtémoc Praça Cualhtémoc
Bernardo O'Higgins Praia do Flamengo
Marco da Eco Rio Praia do Flamengo

A origem do nome Flamengo tem duas versões: a primeira é que viria de prisioneiros holandeses ou “flamengos”; a segunda é que o nome viria de pássaros pernaltas, vermelhos, flamingos ou “flamengos”, que freqüentavam as praias da região.

No século XIX, o bairro do Flamengo já estava integrado à malha urbana e abrigava residências de aristocratas ricos e grandes fazendeiros de café. No final do século, com a decadência da cultura cafeeira, as grandes mansões passam a ter destinações diversas, como escolas e asilos.

Pablo Neruda Praia do Flamengo
Par de Leões Praia do Flamengo
Escultura da Praia Praia do Flamengo
Painel Mural Praia do Flamengo
Painel Rua Marquês de Abrantes

Os primeiros bondes de tração elétrica fazem sua estréia na Cidade em 1892, numa linha entre o Centro e a Praia do Flamengo. São também marcos da interligação do bairro com as demais áreas da cidade a abertura da Avenida Beira Mar, em 1905, e a construção da Avenida do Contorno (atual Rui Barbosa), na década de 1920. Nos anos 50, para melhorar a circulação entre o Centro e a Zona Sul, foi alargada a Avenida Beira-Mar.

Em 1961, inicia-se a construção do aterro do Flamengo, que utilizou terra do Morro de Santo Antonio, desmanchado a jatos d'água. Inaugurado em 1965, o Parque do Flamengo é hoje uma das mais belas e visitadas áreas de lazer da cidade.