Engenho do Cunhau: ruínas da capela

Localizada no Engenho de Cunhaú. Segundo o capitão-mor de Pernambuco, Alexandre de Moura, e o desembargador Manuel Pinto da Rocha, o engenho estava em funcionamento em 1614, bem como cultivadas a maioria das terras ao seu redor. Confiscado e vendido em 1637, Cunhaú passou às mãos do capitão Jorris Gartsmann. Em 1645, o conselheiro Jacob Rabbi e a tribo dos Janduís devastaram a região. Em 1835, a posse do local passa a André Cavalcanti de Albuquerque Maranhão Arco-Verde. Da capela do Engenho de Cunhaú, construída com tijolos cozidos, batentes e cornijas de pedra lavada, restaram as paredes laterais, a parede de fundo. As paredes laterais da capela-mor possuem seteiras. Na parede do retábulo resta o nicho em arco.