Basílica do Sagrado Coração de Jesus

A construção da basílica nasceu da vontade de D. João Antônio dos Santos, que era um grande devoto do Sagrado Coração de Jesus. Em março de 1884, aconteceu o lançamento da pedra fundamental.

Capela Imperial do Amparo

A construção foi iniciada em 1773, mas as obras de acabamento prolongaram-se até os primeiros vinte anos do século XIX. Em 1818 construiu-se nova torre, pois a primitiva estava arruinada. Tem apenas uma torre quadrangular, no centro da fachada, encimada por grimpa constituída de esfera armilar, que suporta um galo.
Depois da Independência o templo passou a se chamar Capela Imperial. Anualmente celebra-se aí a tradicional Festa do Divino.

Casa do Intendente Câmara - Forro Pintado

O Sobrado foi construído para residência do Intendente Câmara e hoje está em reforma para abrigar o Museu de Arte Sacra. No segundo andar há dois salões com tetos de gamela, um deles todo pintado em policromia, com motivos profanos. São cinco painéis, provavelmente datados de fins dos séculos XVIII ou princípios do XIX, trabalhados em cores suaves e tonalidade pastel; autoria ignorada.

Catedral Metropolitana de Santo Antônio

A inspiração para o estilo da nova catedral, provavelmente, foi as igrejas neoclássicas do Rio de Janeiro e Salvador, o que acabou por resultar em uma obra eclética. O altar de São João Batista é um belo exemplo de talha do Nacional Português, com colunas torsas, cachos de uvas, ornatos profusos em voltas e contra voltas. Mais ao gosto do Joanino é o altar de Nossa Senhora do Rosário, com dossel, nichos, anjos e douramento profuso.Ainda do século XVIII, no altar-mor está a bela imagem do padroeiro Santo Antônio, com atributos em prata.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Mandada construir pelo contratador de diamantes e desembargador João Fernandes de Oliveira. Possui uma só torre, simples e quadrada, situada na parte posterior, pouco atrás da fachada. O que mais valoriza a igreja são as pinturas do teto da nave e do presbitério. Esse último e o corpo da nave são separados do corpo da igreja por balaustrada de madeira preta torneada. Na parte central da balaustrada do coro fica o órgão construído no próprio Arraial.

Igreja do Bonfim

Embora se tenha certeza de que a igreja foi construída antes de 1771, ignora-se qual data exata. Estrutura de madeira e barro, com torre única do lado direito. O templo está assentado sobre adro de pedra azul, tendo uma escadaria de acesso na parte da frente.

Igreja São Francisco

A iniciativa da construção partiu da Ordem Terceira Franciscana de Diamantina. A parte essencial foi concluída entre 1771 e 1772, mas diversas obras foram feitas até o fim do século XVIII e início do século XIX.

Mercado Municipal

A edificação do mercado é um dos cartões postais de Diamantina. Em 1835, o tenente Joaquim Cassimiro Lages mandou construir um prédio para moradia e comércio e, ao lado, um rancho de tropeiro, também conhecido como “intendência”. Esses locais tinham como objetivo o descarregamento e comercialização de produtos que chegavam a Diamantina. Após 1884, o local foi desativado. Atendendo a um pedido da população, a Câmara Municipal adquiriu o local dos herdeiros do tenente Joaquim Lages em 1889. É dessa época a construção do atual mercado, que é todo estruturado em madeira e apresenta a fachada em arcos, dando um aspecto bem pitoresco à construção

Museu do Diamante

A antiga residência do Inconfidente Padre José de Oliveira e Silva Rolim é uma das construções que sobressaem no panorama arquitetônico de Diamantina. O prédio, semi-assobradado, está num nível superior ao da rua... a fachada principal, bem equilibrada quanto às partes cheias e os vãos, são simples e harmoniosas...” (Barroco 16). Construída no século XVIII, permaneceu como residência até 1945, sendo, então, desapropriada pela União. Após o tombamento da casa, em 1950, foi organizado o Museu do Diamante.