Seu nome, que vem do indígena “CURU” (seixos, pedras soltas) e “MARI” (que produz água), também designa uma árvore encontrada nas encostas da região. Cercada pelas serras do Grumari, de Guaratiba e de Piabas, é a última área natural e preservada do litoral carioca, incluindo a praia do Grumari, a vegetação de restinga e as praias selvagens, “Perigoso, Meio, Funda e do Inferno“ acessíveis por trilhas.

Constitui o Parque Natural Municipal do Grumari, tombado pelo Estado em 1985, e pelo Município, em 1986. Praticamente isolada, seu acesso se dava pela estrada velha de Grumari, sinuosa e estreita, vinda de Guaratiba ou pela trilha colonial na Serra de Piabas. Na década de 1970, foi aberta a Avenida Estado da Guanabara, ligando o bairro ao Recreio dos Bandeirantes.

Em Grumari há, também, a Praia do Abricó, para os adeptos do naturismo, e a Prainha, tombada, em 1989, como Área de Preservação Ambiental – APA - freqüentada por surfistas. Esta última integrava a antiga propriedade de Catarina de Sá e Benevides, nos tempos coloniais.