No Século XVII, as terras pertenciam ao provedor da Fazenda Real, Bartolomeu de Siqueira Cordovil que, posteriormente, as passou para o seu filho, Francisco Cordovil de Siqueira e Mello. O Engenho dos Cordovil possuía extensos canaviais que se espalhavam pela planície em direção a Irajá. Posteriormente, a antiga propriedade foi loteada. Nela passava a estrada do Porto Velho de Irajá, prolongamento do Quitungo e depois a primeira estrada Rio-Petrópolis, correspondendo às ruas Itabira e Bulhões Marcial.

Com a implantação da Estrada de Ferro do Norte, depois Leopoldina, foi inaugurada, em 1910, a estação de Cordovil.
Com a abertura da avenida Brasil, em 1946, foi implantado o Trevo das Missões que dá acesso à nova Rodovia Rio-Petrópolis, Washington Luiz. Suas terras abrangiam a Ponta do Lagarto e a ilha do Saravatá, aterradas na década de 1980/1990, cortadas pela “Linha Vermelha”.

Em 1969, foi construído o conjunto habitacional Cidade Alta, para abrigar moradores removidos da Favela Praia do Pinto. No seu entorno surgiram novas favelas, como Divinéia, Cambuci, Pica-Pau, Serra Pelada e Chega Mais, que formam o chamado “Complexo da Cidade Alta”.