Até chegar ao seu momento atual, o artista Leo Santana experimentou, riscou, esculpiu e transformou mármore, bronze, argila, concreto, pincéis, tinta, lápis, papel...

Sua formação acadêmica – Publicidade e Desenho Industrial – deixou como marca o rigor no apuro das linhas e uma visão tridimensional de espaços. Já o talento de artista é natural, especial, congênito, reconhecido. Desafiado a perenizar personagens e memórias brasileiras, conseguiu imprimir nas figuras que criou uma proximidade rara entre pessoas e estátuas.

Estão ao nível do mar e da calçada e podem ser tocadas sem receios. Todas essas figuras, sem exceção, tem sido merecedoras de admiração e afeto. Algumas, embora feitas de bronze, já perderam óculos e livros...

A maioria delas, mais do que monumentos públicos, são hoje patrimônios culturais mineiros e brasileiros. Escultor, desenhista, pintor, mineiro, Leo Santana oferece seu sorriso franco, sua natureza amigável e seu talento inegável a tantos quantos quiserem conhecer o artista e sua obra.