José César Branquinho trabalha com chapas de alumínio que se rendem às batidas de seu martelo e tomam formas geométricas. Umas recebem aplicação de esmalte sintético e, assim, refletem luz das mais variadas intensidades.

Outras estão desnudas, mas unem-se à luz, que se desfragmenta ao atravessar os pedaços de vidro, unidos nos mosaicos de Moema. Surge, então, uma obra de arte única e híbrida, fundida numa recombinação com textura e identidade próprias.