Edgar Duvivier nasceu em 1916, no Estado do Rio de Janeiro, e faleceu em 2001. No ano de 1944, iniciou seus trabalhos de escultura como autodidata. A convite do professor de arte Gaston Manoel Henrique, lecionou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Brasília, no Distrito Federal, em 1970.

Possui obras em vários museus, acervos particulares e oficiais, tais como: Retratos de Monsenhor Schubert, Museu do Instituto Histórico e Geográfico Brigadeiro Eduardo Gomes, Parque do Flamengo, RJ; Monumento a Anchieta, Franca; Escultura em Mármore, Palácio Cardinalício, Sumaré; Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Acervo Artístico da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.

Edgar Duvivier foi um escultor que desde os primórdios se ligou a uma tradição realista. Desse modo, além de um excelente bom gosto, desenvolveu uma visão mais completa na escultura.

Colocou obras em algumas praças, no Museu de Belas Artes de São Paulo, no do Rio, fez estátua pra ser jogada no fundo do mar e ser apreciada apenas por mergulhadores, estudou com fixação e se divertiu na geometria do equilíbrio das formas pares e na dinâmica das ímpares, consumiu décadas acariciando e moldando o mármore de Carrara (outro italiano). Mas não resistiu aos materiais da modernidade, o ferro, o latão, o alumínio, o aço - e os tornos e as fresas, e as peças com tensão e movimento.